Residuos de Saude
Poe Pollyana Cabral
Nesta semana, o auditório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) sediou o primeiro treinamento simultâneo às unidades do IgesDF sobre o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde (PGRSS), com o intuito de atualizar os colaboradores da instituição. O evento foi coordenado pela Gerência Operacional e o foco principal foi orientar sobre a correta segregação, acondicionamento, identificação, transporte, armazenamento, coleta e destinação dos diferentes tipos de resíduos produzidos nas unidades de saúde.
O treinamento abordou a classificação dos resíduos conforme suas características de periculosidade, toxicidade, inflamabilidade, patogenicidade e corrosividade. Entre os resíduos produzidos, destacam-se os infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes. “É importante conhecer o resíduo que está sendo produzido, pois assim a identificação e separação ficam mais fáceis”, explicou a bióloga do IgesDF, Laura Cristina Arce Moreth Gatti.
Laura detalhou o processo de gerenciamento de resíduos em nove etapas essenciais: segregação, acondicionamento, identificação, transporte interno, armazenamento temporário, armazenamento externo, coleta interna, transporte externo e destinação final ambientalmente adequada. “Não existe um treinamento específico exigido pela legislação, mas é necessário apresentar um calendário de capacitações no PGRSS. Para cada unidade do IgesDF foi elaborado um PGRSS e realizamos treinamentos in loco sobre resíduos de saúde”, acrescentou a bióloga.
A conscientização dos colaboradores é fundamental para garantir a eficácia do gerenciamento de resíduos. A chefe do Núcleo de Hotelaria das UPAS, Ana Caroline Souza de Moura, reforçou a importância da divulgação dos processos corretos: “A conscientização dos colaboradores e a adesão ao processo de segregação são essenciais para que as etapas funcionem conforme as legislações e normativos vigentes.”
A legislação brasileira, incluindo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e as resoluções da ANVISA RDC 222/2018 e CONAMA 358/2005, fornecem diretrizes rigorosas para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. O chefe do Núcleo de Hotelaria do Hospital de Base, Hudson Martins de Souza e a chefe do núcleo de hotelaria do Hospital Regional de Santa Maria, Luciene Ferreira dos Anjos, destacaram que a educação ambiental e a fiscalização são desafios contínuos, especialmente no HBDF e HRSM, os maiores hospitais públicos de Brasília.
“A conscientização dos colaboradores sobre os danos do processo ineficaz e o conhecimento em identificar corretamente os resíduos são primordiais. O processo de segregação é o mais importante, pois, uma vez segregado de forma inadequada, não há como corrigir o erro”, alertou Laura Moreth.
O treinamento também enfatizou a importância de vistorias periódicas nos setores e o monitoramento de indicadores para avaliar o comportamento dos resíduos. “Quando identifico um erro, a primeira medida é conversar com o setor, alertar sobre os riscos e ensinar a forma correta. Caso o erro persista, a área é notificada formalmente”, afirmou a bióloga.
A correta gestão dos resíduos reduz riscos de infecção, previne acidentes, minimiza a exposição a substâncias químicas e previne infecções cruzadas. Com treinamentos contínuos e a conscientização de todos os colaboradores, o IgesDF busca manter suas unidades com um ambiente mais seguro e sustentável para todos.
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