Foto: Ana Paula Oliveira
Para identificar as virtudes e as fragilidades do no cumprimento dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Organizações das Nações Unidas (ONU), o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a avaliar os avanços e os retrocessos da Agenda 2030 da ONU, com o lançamento do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR). A ferramenta reúne indicadores e dados dos 5.570 municípios brasileiros.
O Município de Bonfinópolis de Minas é o número 2.530 na classificação geral do levantamento, com 47,4 de 100 pontos. Diferente do primeiro colocado, São Caetano do Sul (SP), até agora o município mineiro não atingiu nenhum dos dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Organizações das Nações Unidas (ONU). O município paraense de Santana do Araguaia, situado no extremo sul do estado está em última posição no ranking.
O índice possibilita uma visão geral e integrada das cidades brasileiras em cada um dos objetivos. A ferramenta também conta com mapa interativo, análise individual de cada município e um ranking entre cidades, estados e regiões em relação ao nível de desenvolvimento sustentável.
Bonfinópolis de Minas precisa superar grandes desafios em 9 dos 17 objetivos da Agenda 2030 da ONU. São eles:
Erradicar a pobreza
Erradicar a fome
Promover educação de qualidade
Igualdade de gênero
Reduzir as desigualdades
Produção e consumo sustentáveis
Ação climática
Paz Justiça e Instituições eficazes
Além de proteger a vida marinha (Esgoto tratado antes de chegar ao mar, rios e córregos)
Clique aqui e acesse os dados de todos os municípios
O levantamento trouxe maior clareza do tamanho dos desafios e do quanto o país está atrasado em relação às necessidades básicas da população, do meio ambiente e nos demais setores, que, equilibrados, proporcionam sustentabilidade e evitam sérios problemas como a fome, a pobreza e o desemprego. Universidades e Institutos de Pesquisa podem contribuir para o alcance de bons índices sustentáveis e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) se coloca à disposição de prefeitos para ajudar a melhorar os índices por meio da ciência.
Outro ponto fundamental para a melhora nos números, é conscientização e a participação dos cidadãos.
A ferramenta foi criada por meio de um trabalho conjunto entre o Instituto Cidades Sustentáveis (ICS) e a SDSN (UN Sustainable Development Solution Network).
A iniciativa foi estabelecida dentro da própria ONU para mobilizar conhecimentos técnicos e científicos no apoio de soluções em escalas locais, nacionais e globais. O trabalho conta, ainda, com o apoio do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e financiamento do Projeto CITinova.
A apresentação do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR) foi feita no último dia 8 de julho, em São Paulo (SP), durante a abertura da primeira edição do Fórum de Desenvolvimento Sustentável das Cidades.
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