Distrito Federal

DF: triagem clínica garante doações seguras de sangue

Doar sangue é um gesto de amor. Cada doação de sangue pode ajudar a salvar até quatro vidas. Para garantir a qualidade das bolsas de sangue que serão destinadas a quem precisa, os candidatos à doação passam por um processo rigoroso de triagem clínica. Além das restrições de saúde, há outras relacionadas aos hábitos sociais que precisam ser levadas em consideração.

O primordial é que a pessoa esteja bem de saúde, ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar acima de 51 kg. É necessário ficar atento a impedimentos, como tatuagens, piercings, ingestão de medicamentos e procedimentos médicos e odontológicos, como implantes dentários e endoscopia. Todas as restrições estão explicadas no site do Hemocentro.

O interessado em doar deve comparecer ao Hemocentro — ou a uma unidade móvel — para ser submetido à triagem clínica. Neste momento, alguns exames serão feitos para verificar o estado de saúde do candidato à doação.

“Durante a triagem, serão feitas perguntas sobre hábitos sociais e alimentares do doador. A triagem sorológica que nós temos é muito boa e tem uma alta sensibilidade, capaz de detectar doenças transmissíveis pelo sangue”, explicou o diretor-presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto. “Isso faz com que a gente tenha mais segurança para que o paciente possa receber um sangue adequado”, defendeu.

Estando sem impedimentos, o candidato inicia a etapa da doação propriamente dita. O procedimento leva em média 15 minutos e são coletados entre 405 ml e 465 ml de sangue.

Os tipos sanguíneos A-, O+ e O- estão com estoques baixos do DF, sendo a falta do A- a mais crítica. Para quem for desta tipagem sanguínea e quiser doar, há o direito de retirar senha preferencial para estimular uma melhora nos estoques.

Ana Paula Oliveira

Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas. Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida.

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