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quinta-feira, maio 28, 2026
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    Inscrições abertas para curso gratuito com foco em práticas em Direitos Humanos, Diversidades e Educação Midiática

    Universidade Federal de Uberlândia (UFU), por meio do Instituto de Geografia, Geociências e Saúde Coletiva (Igesc), está com inscrições abertas para o “Curso de Aperfeiçoamento em Educação em Direitos Humanos, Diversidades e Educação Midiática: Práticas com a Escola”. A formação é ofertada em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC), a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) – Campus Uberlândia.

    Gratuito, totalmente online e com certificação de 225 horas, o curso será realizado pela plataforma Moodle do Centro de Educação a Distância da UFU (CEaD/UFU). As inscrições estão abertas até 21 de junho de 2026.

    A proposta desta terceira edição é ampliar o diálogo entre educação em direitos humanos, diversidades e educação midiática a partir de experiências práticas voltadas ao cotidiano escolar. O curso busca contribuir para a formação de profissionais capazes de desenvolver ações pedagógicas críticas, acolhedoras e conectadas aos desafios contemporâneos da Educação Básica.

    A formação será organizada em uma unidade geral e cinco unidades temáticas voltadas à construção de experiências formativas, propostas prático-pedagógicas e dinâmicas inspiradoras para desenvolvimento de ações junto à comunidade escolar. Entre os temas abordados estão educação midiática, direitos das crianças e adolescentes no ambiente digital, comunicação não violenta, diversidade sexual e de gênero, migrações internacionais no cotidiano escolar e enfrentamento à desinformação.

    Ao longo do curso, os participantes terão acesso a videoaulas, textos-base, fóruns de discussão, atividades avaliativas, materiais complementares e sugestões de dinâmicas inspiradoras para desenvolvimento de ações junto à comunidade escolar.

    Segundo a coordenadora geral do curso e professora da UFU, Gláucia Carvalho Gomes, esta edição apresenta um diferencial importante em relação às anteriores. “O foco agora está ainda mais voltado para a prática pedagógica e para as experiências concretas vividas nas escolas. O curso foi pensado para construir estratégias, metodologias e possibilidades de intervenção que dialoguem diretamente com os desafios enfrentados pelas comunidades escolares no cotidiano”, destaca.

    A iniciativa integra o projeto de Educação em Direitos Humanos da UFU e já formou milhares de profissionais em todo o país. Na segunda edição, realizada em 2025, o curso registrou 14.169 pessoas interessadas, dos quais 7.778 cursistas se matricularam com documentação validada. Ao final da formação, 6.528 participantes foram aprovados, representando um crescimento de 20,6% no número de concluintes em relação à primeira edição, realizada em 2024. O índice de aprovação da segunda edição foi superior a 83%, evidenciando o alcance e o engajamento dos cursistas ao longo da formação.

    Os cursistas aprovados estão distribuídos em 1.604 municípios brasileiros, alcançando todos os estados da Federação, além de 692 novos municípios contemplados pela primeira vez na edição de 2025. Entre os participantes estavam professores da Educação Básica, coordenadores pedagógicos, profissionais da assistência social e da saúde, conselheiros municipais, técnicos de secretarias de educação, jornalistas e pesquisadores do ensino superior.

    A ideia do curso surge em um contexto de ampliação dos debates sobre educação midiática, direitos humanos e convivência democrática nas escolas brasileiras, buscando fortalecer práticas pedagógicas capazes de lidar com fenômenos como desinformação, violências simbólicas, discursos de ódio e hiperexposição digital no ambiente educacional. E esta terceira edição pretende ampliar ainda mais esse alcance nacional, fortalecendo práticas educativas voltadas à promoção dos direitos humanos, ao enfrentamento da desinformação e à valorização das diversidades nos espaços escolares.

    Para o diretor do Departamento de Direitos na Rede e Educação Midiática da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), David Almansa, iniciativas como esta são fundamentais para fortalecer a formação crítica de educadores diante dos desafios contemporâneos do ambiente digital. ” A educação midiática é hoje uma dimensão essencial da formação cidadã. Ao promover práticas pedagógicas voltadas aos direitos humanos, à convivência democrática e ao enfrentamento da desinformação, o curso contribui para que escolas e educadores estejam mais preparados para lidar com os desafios da vida conectada e para fortalecer uma cultura de respeito, diálogo e participação”, afirma.

    As vagas são destinadas prioritariamente a professores e profissionais da Educação Básica com vínculo formal escolar, mas demais interessados também poderão participar em caso de vagas remanescentes.

    Serviço

    Curso de Aperfeiçoamento em Educação em Direitos Humanos, Diversidades e Educação Midiática: Práticas com a Escola

    Formato: 100% online, assíncrono e gratuito
    Carga horária: 225 horas
    Inscrições até: 21 de junho de 2026

    Mais informações e inscrições:
    https://cead.ufu.br/noticia/2026/05/edhdem

    Contato:
    secretariacdhd@proex.ufu.br

    SourceSecom PR


    Sobre Ana Paula Oliveira
    Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas.
    Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida..

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