Morre a mãe do coordenador pedagógico da Escola Família Agrícola de Natalândia

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Cleusa Tereza Andrade, de 68 anos, era mãe de Alex Pires Andrade e viajava para Brasília, segunda-feira (30). A mulher foi a 5ª vítima do acidente, que matou pai, mãe, filho e o condutor do outro veículo, que pode ter provocado a colisão frontal 

A mãe do coordenador pedagógico da Efan (Escola Família Agrícola de Natalândia (MG), Alex Pires Andrade, faleceu, às 13h desta quarta-feira (2), no Hospital de Base, em Brasília-DF, para onde foi levada, logo após a colisão, envolvendo dois veículos, na BR-251, na saída de São Sebastião (DF), sentido Unaí (MG), na manhã dessa segunda-feira (30). A tragédia também provocou a morte do diretor da escola, da esposa e do filho do casal, deixando os alunos e a equipe da escola em choque. o condutor do outro veículo, que pode ter provocado a colisão frontal, também não resistiu e morreu no local.

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Cleusa Tereza Andrade, de 68 anos, era professora aposentada, premiada como profissional destaque na área da educação em João Pinheiro (MG). Ela também trabalhou na Escola Municipal Jerson Coelho de Lima e na escola Municipal João Resende por mais de 35 anos. Trabalhadora rural, presidiu a Associação do Assentamento Fruta Dantas, onde também morava, em João Pinheiro. Com uma dor incalculável, o coordenador da Efan fez questão de ressaltar a mulher forte e atuante que foi sua mãe.

O amigo da família, Wesley Ribeiro de Freitas, 23 anos, que também estava no veículo, foi transportado com escoriações, mas, consciente ao Hospital Regional do Paranoá (HRPA). O rapaz já recebeu alta e passa bem.

 

 

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Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas. Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida.