Minas Tênis Clube abraça campanha do MPMG contra feminicídio nas quartas de final da Superliga de Vôlei

A campanha Cartão Vermelho ao Feminicídio entrou em quadra junto com equipe de vôlei feminino do Minas Tênis Clube. O time de Belo Horizonte enfrentou, na sexta-feira, 28 de março, o Barueri pelo primeiro jogo das quartas de final da Superliga. Antes do início da disputa, as jogadoras minastenistas entraram em quadra com uma faixa alusiva à campanha e o telão do ginásio exibiu vídeo educativo. A produção reforçou a importância do trabalho preventivo e de as pessoas denunciarem casos de violência contra a mulher, convidando torcedores e torcedoras a mudar esse jogo. Os torcedores também participaram levantando o cartão vermelho para esse tipo de crime.

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Crédito: Hedgard Moraes/Minas Tênis Clube

É a terceira ação da campanha, proposta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) em parceria com as quatro principais agremiações esportivas profissionais da capital mineira: Atlético, América, Cruzeiro e Minas. As duas primeiras ocorreram na semifinal e na decisão do campeonato mineiro de futebol masculino, com exibição de vídeo no telão e exposição das faixas no gramado. Houve aplausos da torcida e apoio de torcedoras e torcedores à iniciativa.

A campanha já contou com dois vídeos informativos. O primeiro traz alertas como: “Se você for vítima de violência doméstica, denuncie! Empurrões, xingamentos e humilhações também são tipos de violência! Não espere a violência aumentar para denunciar”. O clipe também exibe os canais de denúncia e de atendimento às mulheres vítimas de qualquer tipo de violência (física, psicológica, moral, patrimonial ou sexual).

Em outro vídeo, jogadores e jogadoras de América, Atlético e Cruzeiro explicam o que é e como pode ser solicitada uma Medida Protetiva de Urgência, instrumento legal que protege mulheres em situação de violência.

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Crédito: Hedgard Moraes/Minas Tênis Clube

Ações

Lançada em março, mês da Mulher, a campanha Cartão Vermelho ao Feminicídio se estenderá até novembro de 2025, com novas ações sendo planejadas para os jogos do campeonato brasileiro de futebol.

Denúncia

Qualquer pessoa pode denunciar casos violência contra a mulher, pela Ouvidoria do MPMG (telefone 127) ou pela Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180. Em situações de urgência e perigo iminente, é recomendável acionar a Polícia Militar pelo 190.

SourceMPMG


Sobre Ana Paula Oliveira
Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas.
Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida..

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