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domingo, julho 21, 2024
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    DF vai ganhar quatro Casas da Mulher Brasileira

    O Distrito Federal vai ganhar quatro Casas da Mulher Brasileira (CMB). As unidades, que devem começar a ser erguidas a partir de 2023, estarão localizadas em São Sebastião, Recanto das Emas, Sobradinho II e Sol Nascente. A afirmação foi feita pela secretária da Mulher, Vandercy Camargos, durante os trabalhos da comissão de transição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), nesta quarta-feira (16).

    “Temos mais quatro casas previstas com a licitação para ser homologada. Vamos ter casas em São Sebastião, no Recanto das Emas, em Sobradinho II e no Sol Nascente. Os terrenos estão garantidos e pretendemos iniciar o ano com essas casas em obras”, afirma Vandercy Camargos.

    Atualmente, o DF dispõe de uma unidade em funcionamento em Ceilândia. A Casa da Mulher Brasileira é um equipamento de proteção de alta complexidade, criado para oferecer atendimento humanizado às mulheres vítimas de violência doméstica.

    A casa foi interditada, em 2018, pela Defesa Civil, por problemas na edificação, e reinaugurada em 20 de abril de 2021. No primeiro ano de funcionamento, entre abril de 2021 e abril de 2022, mais de 3,7 mil mulheres passaram por algum dos atendimentos oferecidos.

    Ainda segundo a titular da pasta, os locais escolhidos atendem critérios técnicos e informações obtidas junto ao Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e à Secretaria de Segurança Pública e que levam em conta o enfrentamento à violência doméstica, por exemplo.

    Outras iniciativas, como o programa Jornada Zero, que tem por objetivo mobilizar a comunidade para combater as diversas formas de violência, serão mantidos pela secretaria.

    A Secretaria da Mulher foi criada pela atual gestão e teve evolução orçamentária de 1.850% desde a sua obtenção de autonomia financeira, em 2020. Saiu de um orçamento de R$ 1.741.005,00, em 2019, para R$ 39.105.818,00 em 2022. Além disso, ganhou dezenas de servidores e ações de empoderamento feminino e de enfrentamento à violência.



    Sobre Ana Paula Oliveira
    Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas.
    Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida..

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