Saiba onde buscar ajuda em casos de violência contra a mulher no DF

Mulheres em situação de violência doméstica e familiar no Distrito Federal contam com canais e unidades de atendimento para denúncias, emergência, acolhimento e assistência psicológica, social e jurídica. Os serviços podem ser acionados por telefone, aplicativos de mensagens, internet ou presencialmente.

Em situações de emergência ou agressão em andamento, a orientação é acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190. Para denúncias que não exigem intervenção imediata, é possível recorrer ao Disque-Denúncia (telefone 197), da Polícia Civil, inclusive em casos relatados por terceiros.

Há diversos pontos de atendimento e acolhimento para mulheres que passam por alguma situação de violência | Foto: Divulgação

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 também recebe denúncias e presta orientações gratuitamente, 24 horas por dia e de forma confidencial. Os relatos são encaminhados aos órgãos responsáveis.

Registro de ocorrência

O registro de ocorrência pode ser feito presencialmente em uma unidade da Polícia Civil ou pela internet, por meio do serviço Maria da Penha Online, na Delegacia Eletrônica. O DF conta com duas unidades da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), com funcionamento 24 horas:

→ Deam I – Plano Piloto
EQS 204/205, telefone (61) 3103-1926
→ Deam II – Ceilândia
QNM 2, conjuntos G/H, Área Especial
Telefone: (61) 3207-7391.

Denúncias também podem ser encaminhadas ao telefone 197, ao aplicativo de mensagens (61) 98626-1197 e ao endereço eletrônico denuncia197@pcdf.df.gov.br. Estão em funcionamento seis unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam): Deam I (Asa Sul), Deam II (Ceilândia), 6ª DP (Paranoá), 11ª DP (Núcleo Bandeirante), 29ª DP (Riacho Fundo II) e 38ª DP (Vicente Pires).

Acolhimento e proteção

A Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, funciona 24 horas com serviços de acolhimento, atendimento psicossocial e encaminhamento para outros serviços. Para casos de risco, o espaço disponibiliza alojamento de passagem por até 48 horas.

Os centros especializados de atendimento à mulher prestam atendimento psicológico, social e jurídico, além de orientação e encaminhamentos. Há unidades na 102 Sul, em Planaltina e no Plano Piloto (Ciob). O atendimento regular é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

A Casa Abrigo oferece acolhimento sigiloso a mulheres em risco de morte e seus dependentes. O local disponibiliza assistência psicológica, jurídica, pedagógica e social, com permanência de até 90 dias, prorrogável conforme avaliação técnica.

O encaminhamento para a estrutura é feito por delegacias de polícia, pela Casa da Mulher Brasileira ou por ordem judicial. A localização do espaço permanece sob sigilo por razões de segurança.

Canais rápidos

→ 190: emergência e agressão em andamento
→ 180: Central de Atendimento à Mulher, 24 horas
→ 197: denúncias à Polícia Civil
→ (61) 98626-1197: WhatsApp da PCDF
Delegacia Eletrônica: registro de ocorrência de violência doméstica
→ (61) 98382-0130: Programa Direito Delas.

Em caso de risco imediato, a recomendação é procurar um local seguro e acionar os serviços de emergência. Para situações que não exigem resposta policial imediata, a vítima ou familiares podem buscar os canais de denúncia e os serviços de acolhimento da rede pública.



Sobre Ana Paula Oliveira
Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas.
Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida..

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