Governo inicia levantamento sobre os prejuízos da agropecuária após rompimento de barragem em Brumadinho

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Trabalho será feito em vários municípios da região do Rio Paraopeba

O Governo de Minas Gerais já está fazendo um levantamento sobre o número de produtores rurais e das áreas de atividades agropecuárias prejudicados pelo rompimento da barragem de Feijão, em Brumadinho. Nesta segunda-feira (28/1), a secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Valentini, reuniu-se, em Belo Horizonte, com diretores e técnicos da Emater-MG, do IMA e da Epamig para planejar as ações que serão implementadas.

O trabalho será feito em Brumadinho e nos municípios que ficam no trecho onde os rejeitos da barragem possam atingir a água do rio Paraopeba: Betim, Cachoeira da Prata, Caetanópolis, Curvelo, Esmeraldas, Felixlândia, Florestal, Igarapé, Inhaúma, Juatuba, Maravilhas, Mário Campos, Papagaios, Pará de Minas, Paraopeba, Pequi, Pompeu, São Joaquim de Bicas e São José da Varginha.

Técnicos da Emater-MG e do IMA farão um cruzamento de dados para identificar a produção agropecuária dos municípios prejudicados. No caso de Brumadinho, dados preliminares indicam que as áreas atingidas pela lama são principalmente de plantio de hortaliças.

“Em Brumadinho, como os técnicos ainda não tiveram acesso aos locais atingidos, estamos trabalhando com dados cadastrais e de georreferenciamento de produção. Já os produtores que ficam nos municípios a jusante e às margens do rio Paraopeba também irão receber visitas e orientação sobre a impossibilidade de irrigação. Vamos buscar os dados de análise de água do rio feita pela Copasa para que possamos orientar os produtores sobre a qualidade desta água”, explica Ana Valentini.

Outra ação desenvolvida é o levantamento de demandas nas propriedades às margens do rio Paraopeba, onde a água é usada pelos animais, principalmente pelo gado bovino.

“No caso dos animais, onde não for possível o consumo da água do rio, uma alternativa seria levar água em caminhões-pipa para estes locais e, onde isso não der para atender à propriedade, poderia ser estudada até a remoção destes animais para outras áreas”, afirma a secretária.

A Emater-MG também irá fazer um levantamento dos produtores atingidos que obtiveram crédito rural junto a agentes financeiros. Se necessário, a Secretaria de Agricultura poderá solicitar aos bancos uma prorrogação do pagamento pelos produtores rurais. Num outro momento, será elaborado um plano de retomada da atividade agropecuária da região atingida. Para isso, a Epamig irá propor um trabalho de análise de solo junto com a Embrapa Solos.

Fonte: Agência Minas

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Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas. Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida.