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segunda-feira, abril 27, 2026
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    Empresários e prefeituras terão R$ 700 milhões em linhas de crédito do BDMG para fomentar economia verde no estado

    O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) vai oferecer R$ 700 milhões em financiamentos para médias e grandes empresas, empreendimentos ligados ao agronegócio e para as prefeituras mineiras realizarem projetos que gerem impactos ambientais positivos, com destaque para a descarbonização.

    Com taxas reduzidas e prazos alongados, será possível investir em iniciativas para redução de consumo de energia, incluindo novos equipamentos, reciclagem e resíduos sólidos, agrofloresta, recuperação de solo, irrigação eficiente, além de veículos elétricos, drenagem, energia renovável, entre outras ações.

    São diversas linhas de crédito oferecidas pelo BDMG com esse objetivo, por isso, as taxas são variáveis, partindo do custo anual da Selic, além de prazos que podem chegar a 12 anos (144 meses), incluindo dois anos para começar a pagar o financiamento.

    “A descarbonização, a reciclagem, e a energia limpa e renovável estão diretamente relacionadas às metas ambientais de Minas Gerais. Fomentar a economia verde é garantir um futuro sustentável para nosso estado e o país”, ressalta o governador do estado, Mateus Simões.

    Segundo o presidente do banco, Gabriel Viégas Neto, a proposta é incentivar ações que agreguem valor ao setor produtivo mineiro e contribuam para melhorar a qualidade de vida no estado.

    “Neste ano, o BDMG está focado em impulsionar a chamada economia verde, que inclui um processo de descarbonização. Os avanços são para todos: empresários, que reduzem custos e alcançam maior produtividade e agregação de valor aos seus produtos e serviços, e sociedade, com adoção das práticas que contribuem para resiliência climática e preservação do meio ambiente”, afirma.

    “O desenvolvimento sustentável e a criação de possibilidades para uma economia cada vez mais verde são medidas que o Governo de Minas adota para que o estado seja um dos principais destinos para investidores. Estamos diante de um mercado que valoriza a responsabilidade com o futuro e as empresas têm nosso apoio para serem mais competitivas nesse cenário”, destaca a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.

    Economia verde

    Para os empresários do agronegócio, incluindo cooperativas de produção e produtores, o banco criou o BDMG Crédito Rural Verde. A novidade foi estruturada para impulsionar projetos como o de recuperação de pastagens, sistemas de irrigação ou ainda agroflorestas.

    Esse modelo tem sido estratégico no setor por melhorar não só a produtividade, como a saúde do solo, que passa a receber o cultivo integrado de árvores, produção agrícola, como alimentos, e até a criação animal.

    Já as médias e grandes empresas poderão acessar a linha de crédito BDMG Verde para comprar equipamentos que geram economia de energia em instalações industriais e promovem o reaproveitamento de matéria-prima. Entre outras possibilidades, está o financiamento de processos de reciclagem e de tratamento de resíduos sólidos.

    Cidades resilientes

    As prefeituras de todas as regiões do Estado também poderão investir em práticas verdes. A nova linha de crédito BDMG Verde Municípios vai viabilizar a implementação de iluminação com lâmpadas de LED nas vias públicas e a instalação de placas solares em espaços públicos, como escolas e unidades de saúde, iniciativa que reduz o gasto com a conta de luz e promove a energia limpa.

    A compra de ônibus elétricos também poderá ser financiada, permitindo a transição para um modelo de transporte público mais sustentável, sem emissão de gases poluentes.

    Além disso, os municípios terão a oportunidade de investir na criação de parques e outras áreas verdes, que não apenas contribuem para a melhoria da qualidade de vida, mas também auxiliam no sistema de absorção de água, reduzindo os impactos de enchentes.

    Outra possibilidade é a adoção de sistemas avançados de monitoramento da qualidade do ar e de alerta antecipado para eventos climáticos extremos, como inundações, fortalecendo a resiliência das cidades.



    Sobre Ana Paula Oliveira
    Jornalista formada em Brasília tendo a Capital Federal como principal cenário de atuação nos segmentos de revista, internet, jornalismo impresso e assessoria de imprensa. Infraero, Engenho Comunicação, Portal Fato Online e Câmara em Pauta, Revista BNC, Assessoria de Comunicação do Sesc-DF, Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Rádio Nacional da Amazônia e Jornal GuaráHOJE/Cidades são algumas das empresas nas quais teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos renomados nomes do jornalismo no Brasil, e não perdeu nenhuma chance de aprender com esses profissionais. Na televisão, atuou na TV local de Patos de Minas em 2017, além de experiências acadêmicas.
    Ana Paula Oliveira nasceu em Bonfinópolis de Minas e foi morar em Brasília aos 14 anos e retorna à cidade natal em 2018. Durante os 20 anos em que passou na capital, a bonfinopolitana não desperdiçou as chances de crescer como pessoa e também como profissional, com garra e determinação. Além disso, conquistou algo não menos fundamental na sua caminhada: amigos. Isso mesmo. Para a jornalista não ter verdadeiros amigos significa ter uma vida vazia. E, com certeza, esse é um dos seus objetivos, fazer novos amigos nessa nova jornada da vida..

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